22.01.2013
Brasil deverá ser o 4º maior e-commerce em 2016
Fonte: Portal Revista Exame
Um estudo divulgado pela consultoria italiana Translated projeta que o mercado brasileiro de comércio eletrônico será o quarto maior do mundo em 2016. Segundo o estudo, o e-commerce brasileiro deverá ultrapassar o tamanho da França, do Reino Unido e da Alemanha ao longo dos próximos anos.

De acordo com a pesquisa intitulada “T Index”, o Brasil terminou 2012 com 3,1% do movimento mundial feito pela internet. Com essa participação, o País figura em sétimo no ranking global, à frente da Rússia (8º), Coreia do Sul (9º) e da Itália (10º). Os primeiros do ranking são os Estados Unidos, a China e o Japão.

A consultoria prevê que o mercado brasileiro alcance participação de 4,3% do e-commerce mundial em 2016. Com essa fatia, o Brasil estará à frente da Alemanha, que deve terminar o ano das Olimpíadas no Rio com 3,9%.

Atualmente, os alemães giram 4,6% do e-commerce mundial. A redução dessa fatia não aconteceria pela piora dos resultados da Alemanha, mas pelo crescimento mais acelerado dos outros mercados.

Segundo o estudo, a China será o maior mercado mundial de vendas online com 20,1% do movimento global em 2016. Em seguida, aparecem Estados Unidos (15,6%) e Japão (4,6%). Após o quarto lugar do Brasil, estarão a Alemanha, Rússia (3,6%) e França (3,2%).

Portal Revista Exame
22.01.2013
E-commerce deve faturar R$ 28 bilhões em 2013
Fonte: www.blogdoecommerce.com.br
Em 2013 o e-commerce brasileiro deve apresentar um crescimento nominal de 25%, chegando a um faturamento de R$ 28 bilhões. A previsão é da empresa especializada em informações do comércio eletrônico, e-bit.

De acordo com a diretoria de negócios da consultoria, Cris Rother, a tendência é que o ano apresente um resultado superior a 2012, impulsionado pela retomada do crescimento econômico e da aceleração das vendas de dispositivos móveis como os tablets e smartphones.

“A cada ano vemos maior adesão dos brasileiros a dispositivos móveis devido a redução dos preços dos produtos, conforme mostra o índice FIPE Buscapé, e pela maior oferta de pacotes de banda larga com valores mais acessíveis. Somente em 2012 a queda de preços dos celulares em comparação a 2011 foi de -13,41%”, explica Rother.

Influência da nova classe média
Uma outra causa do crescimento do setor é a ascensão da Classe C. Aproximadamente 56% dos novos consumidores on-line pertencem a essa classe, apesar dos atuais sinais de endividamento, o que por outro lado pode frear o consumo.

Os televisores devem ser os produtos mais vendidos para esse ano. Segundo Cris, as vendas do produto serão estimuladas pela Copa das Confederações deste ano e a Copa do Mundo de 2014. “Vimos em 2010 um movimento muito forte na venda de Eletrônicos, especialmente TV´s de LED e tela fina, especialmente estimulados com a Copa do Mundo”.

Investimentos

Os maiores investimentos no comércio eletrônico foram em categorias chamadas de verticais como “moda e acessórios”, “artigos esportivos” e “casa e decoração”. “Com o segmento em consolidação e ainda mais competitivo, os grandes varejistas buscarão melhorar a eficiência de suas operações, aumentar a rentabilidade e melhorar da qualidade dos serviços prestados ao consumidor”, afirma o diretor geral da e-bit,Pedro Guasti.

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